Escola de Verão para Atores Guillermo Heras 2026
22 – 27 junho 2026
Tema 2026
O Teatro de Tiago Rodrigues
Dirigida a intérpretes profissionais e estudantes de artes performativas, a edição deste ano é dedicada ao tema “O Teatro de Tiago Rodrigues”, em regime de residência aberta, proporcionando uma experiência intensiva de partilha criativa, pensamento e experimentação, no centenário Teatro Municipal Sá de Miranda,
Plataforma de qualificação artística para profissionais das artes desde há 12 anos, a Escola de Verão para Atores Guillermo Heras é aberta a participantes nacionais e estrangeiros, disponibilizando tradução simultânea em inglês. A inscrição é limitada a 20 vagas e inclui alojamento gratuito durante 7 dias em Viana do Castelo.
Há ainda 50 vagas para assistentes, sem direito a alojamento, mas que poderão inscrever-se gratuitamente para assistir às sessões de trabalho a partir da plateia do Teatro Sá de Miranda.
Professorado 2026
António Fonseca, nascido a 14 de outubro de 1953 na freguesia de Burgães, em Santo Tirso, é um dos mais respeitados atores e encenadores portugueses, contando com uma carreira que atravessa quase cinco décadas. Conhecido pela sua densidade interpretativa, voz marcante e um compromisso intelectual profundo com a arte dramática, começou por estudar Filosofia na Faculdade de Letras da Universidade do Porto, mas a sua vocação para o teatro revelou-se cedo. Acabou por diplomar-se, em 1977, pela Escola de Formação de Actores do Centro Cultural de Évora e, ao longo da sua vida, manteve uma forte ligação à academia, exercendo as funções de formador e professor em instituições de prestígio como a Universidade do Minho, a Escola Superior de Teatro e Cinema (ESTC) e a Universidade de Évora.
Embora se considere sobretudo um homem do palco, a sua presença no ecrã é sinónimo de qualidade. No cinema, participou em obras de relevo como Mistérios de Lisboa, de Raul Ruiz, O Gotejar da Luz, de Fernando Vendrell, e, mais recentemente, no filme biográfico Salgueiro Maia: O Implicado (2022). Na televisão, tornou-se um rosto familiar para o grande público através de produções como a novela Terra Brava, da SIC, e de diversas séries da RTP. Sempre muito elogiado pela crítica pela sua técnica e entrega, o seu talento foi publicamente reconhecido em 2012, ano em que venceu o prémio de Melhor Ator de Teatro na Gala dos Globos de Ouro pelo seu desempenho na peça Vermelho, onde interpretou o pintor Mark Rothko. É também uma presença assídua em produções de encenadores contemporâneos conceituados, destacando-se o seu trabalho com Tiago Rodrigues na peça internacionalmente aclamada Catarina e a Beleza de Matar Fascistas.
Com uma postura muito própria perante a profissão, Fonseca encara o teatro estritamente como uma ferramenta de educação e pensamento, recusando frequentemente o lado mais fútil do estrelato. No plano pessoal, é casado e pai de um filho, tendo revelado numa entrevista que conheceu a sua esposa quando esta foi sua aluna de teatro, anos antes de se reencontrarem e iniciarem uma relação. Ativo em 2026, António Fonseca continua a afirmar-se como uma figura central na transição e união entre a geração clássica do teatro português e as novas correntes experimentais.
Professora no Instituto de Estudos de Teatro na Universidade Sorbonne Nouvelle – Paris III, de que foi Vice-Presidente. Bolseira da Fundação Gulbenkian entre 2000 e 2003, doutorou-se em 2007 com a dissertação La question du poème dramatique dans le théâtre contemporain (Faculdade de Letras da Universidade do Porto / Université Sorbonne Nouvelle).
É investigadora do Instituto de Literatura Comparada Margarida Losa (FLUP) e do “Groupe de recherche sur la Poétique de la scène contemporaine” (Sorbonne Nouvelle). Áreas de investigação: Estudos de teatro e estudos de tradução.
Traduziu peças de autores franceses, portugueses, brasileiros e argentinos, e vários ensaios sobre teatro, nomeadamente O Futuro do Drama de Jean-Pierre Sarrazac. Membro do comité lusófono da ” Maison Antoine Vitez”, mantém atividade regular na Associação Portuguesa de Críticos de Teatro e tem vários artigos publicados sobre teatro moderno e contemporâneo e sobre tradução de textos de teatro.
É diretora da coleção de dramaturgia contemporânea “Domaine étranger” na editora “Les Solitaires Intempestifs”. Em 2011, foi distinguida pelo governo francês com o título de Chevalier dans l’ordre des Palmes Académiques.
Nasceu em Vigo em 1986. Fez doutoramento em Economia Aplicada pela Universidade de Santiago de Compostela, mestrado em Artes Cénicas e Teoria do Espetáculo pela Universidade do País Vasco, mestrado em Economia da Cultura e Gestão Cultural pela Universidade de Valladolid, licenciado em Publicidade e Relações Públicas pela Universidade de Vigo e formação superior em Arte Dramática pela Escola Superior de Arte Dramática da Galiza.
Fundador das companhias Limiar Teatro e Teatro del Hereje, assumiu diferentes cargos em projetos produzidos e coproduzidos por instituições públicas e privadas de Espanha, França, Brasil, Uruguai, Argentina e Portugal, das quais destacam Teatro de la Zarzuela, Los Goliardos e Teatro Español (as três em Madrid), o projeto internacional itinerante Ship of Fools, Boccaccione (Brasil), Teatro Nacional D. Maria II (Portugal) ou Orquestra Sinfónica da Galiza. Com o Centro Dramático Galego levou a cabo três coproduções: Panxeia (2009), Os catro da Xunqueira (2014) e Se fosen turistas, levarían gafas de sol (2019).
Como autor, participou no Certame Interplay Europa 2014 de dramaturgia e, como gestor cultural, organizou três edições do festival de teatro Ponte nas Ondas, em Gondomar (Pontevedra).
Na atualidade vem compaginando o seu trabalho como diretor artístico de Limiar Teatro com a atividade de investigador nas universidades de Santiago de Compostela, Vigo e Valladolid. Também é autor de Da medición do impacto á mellora. Metodoloxía de avaliación de eventos culturais. O caso do Festival de Cans, um manual para analisar o impacto dos festivais galegos nas suas dimensões económica, social e mediática. É diretor do Centro Dramático Galego desde 2019.
É professor de Voz na Escola Superior de Teatro e Cinema e de Técnica de Voz e Elocução na Universidade Lusófona de Humanidades e Tecnologias. Tem o mestrado em Ensino da Música (especialidade em ensino do Canto) pela Escola das Artes da Universidade Católica do Porto, a licenciatura em Ciência Política (Relações Internacionais) pela ULHT, a pós-graduação em Teatro Musical na Royal Academy of Music (Londres), a pós-graduação em Ópera e Estudos Músico-Teatrais, pela ESMAE, e curso superior de Canto da Escola Superior de Música de Lisboa. É doutorado em Artes Musicais – Dramaturgia Musical e Encenação – na FCSH da Universidade Nova de Lisboa.
De 2002 a 2009 exerceu, no Teatro Nacional São João, a função de assistente de encenação residente e de direção artística. É responsável pelas funções de professor residente de Voz e Elocução, na mesma instituição, de 2002 até à presente data. Faz parte do corpo docente da ESMAE, desde 2003, na capacidade professor de Voz/Música e Texto do curso de Teatro.
Em março de 2015 foi convidado pela Orquestra da BBC para encenar uma versão concerto da ópera O Castelo do Barba Azul, no Barbican Centre, em Londres.
1979, Viana do Castelo. Licenciado em Gestão Artística e Cultural. Bolseiro de Mérito Académico IPVC / DGES-MCES, em 2009/2010 e em 2010/2011. Frequentou o Doutoramento em Estudos Culturais das Universidades do Minho e de Aveiro, com Especialização em Sociologia da Cultura. Jurado convidado em Provas de Aptidão Profissional, ACE-Porto (2018) e Balleteatro (2019, 2021, 2022).
Ator profissional desde 1997, fez 1 ano de formação na OficinActores – Nicolau Breyner Produções – Lisboa. Em mais de 65 criações do Teatro do Noroeste-CDV de 1997 a 1999 e de 2006 até hoje foi: ator; assistente produção e encenação; comunicação; encenador e dramaturgo residente de 2013 a 2015.
Colaborou e/ou promove colaborações com: ACERT; ACTA-Algarve; Artimagem; Comuna; Escola da Noite; Artistas Unidos; Circuito Ibérico Artes EsCénicas (Espanha); CTA-Almada; CTB-Braga; Cendrev-Évora; Centro Dramático Galego (Espanha); European Theatre Convention (Berlim); Festival Mindelact (Cabo Verde); FITEI; Instituto Internacional do Teatro UNESCO (Paris/Xangai); LU.CA; Bando; Teatrão; Seiva Trupe; Teatro das Beiras; Teatro Fontenova; TEC-Cascais; TEP-Porto; Teatro Municipal do Porto; Teatro Nacional S. João; Teatro Montemuro; Teatro Nacional 21; Teatro do Vestido; e com os/as criadores/as: Carlos Avilez, João Mota, Jorge Silva Melo, Olga Roriz, Guillermo Heras, Fernando Gomes, Isabel Barros, Nuno Cardoso, Alexandra Moreira da Silva, Gonçalo Amorim, Pedro Mexia, Joana Craveiro, Albano Jerónimo, Sara Barros Leitão, entre outros/as/xs.
Desde 2014, escreveu, interpretou e/ou encenou: “Cenas da Vida dos Maias”; “Enquanto Navegávamos”; “A Casa do Rio”; “24A74 – Salgueiro Maia”; “Bodas de Sangue”; “O Sonho de Pedro”; “A Estalajadeira”; “Ovos Misteriosos”; “Rottweiler”; “Mas alguém me perguntou se eu queria ir ao teatro?!”; “Noites de Caxias”; “A Noite”.
Em 2017, criou o Festival de Teatro de Viana do Castelo, que dirige. É diretor artístico do Teatro Noroeste – Centro Dramático de Viana desde setembro de 2015.
Rui Horta (Lisboa, 20 de abril de 1957) é um coreógrafo e bailarino português de destaque internacional. Iniciou a sua formação em dança aos dezassete anos no Ballet Gulbenkian, prosseguindo os seus estudos em Nova Iorque, onde também trabalhou como intérprete e professor.
De regresso a Portugal em 1984, tornou-se uma figura impulsionadora para uma nova geração de bailarinos e coreógrafos no país. Durante a década de 1990, radicou-se na Alemanha, onde dirigiu a companhia S.O.A.P. Dance Theatre Frankfurt, deixando uma marca significativa na dança europeia com apresentações em importantes teatros e festivais a nível mundial.
No ano 2000, Rui Horta regressou a Portugal e fundou O Espaço do Tempo em Montemor-o-Novo, um centro multidisciplinar dedicado à experimentação artística. Paralelamente ao seu trabalho neste espaço, tem desenvolvido uma intensa carreira como coreógrafo convidado para inúmeras companhias de renome internacional.
Ao longo da sua carreira, Rui Horta foi distinguido com diversos prémios e condecorações, incluindo o Prémio Almada (2003), o grau de Oficial da Ordem do Infante D. Henrique (2008) e o de Chevalier de l’Ordre des Arts et des Lettres de França (2011). A sua obra coreográfica foi inclusive classificada como Herança da Dança Alemã. Além da coreografia, a sua atividade nas artes performativas abrange encenação de teatro, ópera e música experimental, destacando-se também como criador de desenho de luz e investigador multimédia.
Nasceu na Amadora (Portugal), em 1977. É ator, encenador, dramaturgo, produtor e atual Diretor do Festival d’Avignon, em França.
Desde que começou a trabalhar como ator, há mais de 25 anos, Tiago Rodrigues sempre abordou o teatro como uma assembleia humana: um local onde as pessoas se encontram, como num café, para discutir as suas ideias e partilhar o seu tempo.
Em 1997, quando ainda era estudante, cruzou-se pela primeira vez com a companhia tg STAN, com a qual começou a colaborar, tendo cocriado e interpretado espetáculos em inglês e francês, apresentados em mais de 15 países. A liberdade que encontrou quando começou a trabalhar com este coletivo belga viria a influenciar os seus trabalhos futuros, confirmando o seu vínculo ao trabalho colaborativo sem hierarquia.
Em 2003, fundou a companhia Mundo Perfeito com Magda Bizarro, através da qual criou e apresentou, ao longo de 11 anos, cerca de 30 espetáculos em mais de 20 países, tornando-se uma presença regular em eventos como Festival d’Automne à Paris, METEOR Festival na Noruega, Theaterformen na Alemanha, Festival TransAmériques no Canadá, kunstenfestivalsdesarts na Bélgica, entre outros. Colaborou com um grande número de artistas portugueses e internacionais.
Foi também professor de teatro em várias escolas, nomeadamente na escola de dança contemporânea PARTS, em Bruxelas, dirigida pela coreógrafa Anne Teresa De Keersmaeker, na escola suíça de artes performativas Manufacture, no projeto internacional École des Maîtres e em instituições portuguesas como a Universidade de Évora, a ESMAE, o Balleteatro ou a Escola Superior de Dança de Lisboa. Dirigiu projetos de pesquisa, formação e experimentação. Paralelamente ao seu trabalho em teatro, escreveu argumentos para filmes e séries televisivas, artigos, poesia e ensaios.
Nos últimos anos, obteve um reconhecimento internacional alargado e diversos prémios a nível nacional e internacional. Alguns dos seus espetáculos mais reconhecidos são By Heart (2013), António e Cleópatra (2014), Bovary (2014) ou Sopro (2017). Manteve a sua linha colaborativa em projetos como Como ela morre (2019), que escreveu para os tg STAN, ou Please Please Please (2019), que criou com as coreógrafas La Ribot e Mathilde Monnier. As suas peças mais recentes são Catarina e a beleza de matar fascistas (2020), O Cerejal (2021), espetáculo que se estreou no Festival d’Avignon 2021, na Cour d’Honneur du Palais des Papes, e que é a sua primeira encenação de um texto de reportório, Coro dos Amantes (2021), Dans la mesure de l’impossible (2022), criado na Comédie de Genève, ou Hécuba, não Hécuba (2024), criado com a Comédie-Française.
Quer combinando histórias reais com ficção, quer reescrevendo clássicos ou adaptando romances, o teatro de Tiago Rodrigues é profundamente enraizado na ideia de escrever para e com os atores, procurando a transformação poética da realidade através das ferramentas teatrais. Essa aspiração é óbvia em projetos como Occupation Bastille (2016), a ocupação artística do Théâtre de la Bastille, em Paris, por cerca de uma centena de artistas e espectadores.
Em 2018, foi galardoado com o XV Prémio Europa Realidades Teatrais. Em abril de 2019, foi condecorado pela República Francesa com o grau de Cavaleiro da Ordem das Artes e Letras (Chevalier de l’Ordre des Arts et des Lettres) e, em dezembro do mesmo ano, recebeu o Prémio Pessoa, uma das distinções mais relevantes em Portugal para as áreas cultural e científica. Em dezembro de 2021, o Governo Português atribuiu-lhe a Medalha de Mérito Cultural.
Foi Diretor Artístico do Teatro Nacional D. Maria II, em Lisboa, durante 7 anos, entre 2015 e 2021, desenvolvendo um projeto de renovação artística dessa instituição centenária e um importante trabalho de democratização, renovação de públicos e circulação no território português e internacional.
Desde setembro de 2022 que assume funções como Diretor do Festival d’Avignon, em França.
O trabalho de Tiago Rodrigues tem sido reconhecido pela sua capacidade de derrubar fronteiras entre o teatro e diferentes realidades, desafiando a nossa perceção de fenómenos sociais ou históricos. Ao longo do seu percurso, tem sido um construtor de pontes entre cidades e países e, ao mesmo tempo, um anfitrião e um defensor de um teatro vivo.
Mentor

Nasceu em Madrid, em 1952. Formado pela Real Escuela Superior de Arte Dramática e Danza (Madrid) em 1974, iniciou a sua atividade teatral no teatro independente integrando o Grupo Tábano, do qual foi ator e encenador durante nove anos (1974-1983). Em 1982, foi um dos promotores decisivos para a formação da Asociacion de Directores de Escena de España (n.t. associação de encenadores de Espanha), juntamente com Juan Antonio Hormigón e Ángel Fernández Montesinos, em cujo conselho de administração desempenhou funções em diversos cargos ao longo dos anos, e da qual foi Presidente desde 2020 até à sua morte. Em 1984, assumiu a direção do Centro Nacional de Nuevas Tendencias Escénicas, unidade criada pelo Ministério da Cultura de Espanha. A partir daí, e durante quase uma década, Guillermo Heras deu oportunidades a um grande número de autores, muitos em início de carreira, apresentou alguns dos títulos mais estimulantes da dramaturgia europeia do momento, acolheu companhias emergentes, promoveu linguagens cénicas inovadoras e optou por um repertório distante dos cânones convencionais. Nos seus objetivos enquadrou com destaque a promoção da dança contemporânea e abriu espaço para a ópera atual, reforçando linhas interdisciplinares de apoio para a sua criação e fazendo do CNNTE uma referência nas artes performativas espanholas. Em 1992, fundou e dirigiu a Muestra de Teatro Español de Autores Contemporâneos, em Alicante. Dirigiu este certame durante 29 anos consecutivos e consolidou inequivocamente o seu empenho na promoção da dramaturgia espanhola. As suas preocupações nesta área levaram-no também a ministrar workshops e seminários, alguns dos quais se afirmaram em projetos estáveis como o Teatro del Astillero, do qual foi encenador, ao lado de autores como Juan Mayorga, José Ramón Fernández, Luis Miguel González Cruz, Raúl Hernández Garrido e Inmaculada Alvear. Trabalhou durante um longo período como assessor de Dança na subdireção de Música e Dança do Ministério da Cultura. Estabeleceu também fortes laços com a cena ibero-americana, sobretudo na Argentina e no México, onde trabalhou regularmente como encenador e como professor nas áreas de encenação, dramaturgia e gestão das artes performativas. Em 2006, contribuiu para a criação do Programa Iberescena, iniciativa de cooperação entre países ibero-americanos para a promoção das artes performativas, do qual foi coordenador da Unidade Técnica durante treze anos, até 2018. Ao longo da sua vida, dirigiu mais de 60 espetáculos profissionais, escreveu e publicou várias peças de teatro e ensaios sobre teatro contemporâneo, assim como sobre gestão cultural, de que foi professor na Universidade Complutense de Madrid. Entre os prémios que recebeu, destacam-se o Prémio Nacional de Teatro em 1994, o Prémio da Crítica Ciutat de Valencia (Temporada 92-93), o ADE de cenografia em 1994, o Prémio Lorca do Conselho Provincial de Granada em 1997, o Sapato Vermelho da Associação de Profissionais de Dança (2003) e o Prémio Francisco Nieva para textos teatrais, que ganhou por duas vezes, em 2015 e 2020.
Alojamento
Centro Pastoral Paulo VI
Av. Paulo VI, Cais Novo
4900-058 – Darque
Ver no mapa
Horário


Preço de Inscrição
Participantes: 200€
Assistentes: gratuito
(não inclui alojamento)
Prazos
Candidaturas até 22 de maio de 2026
Divulgação da lista dos participantes a 26 de maio de 2026
Local
Sala Principal do Teatro Municipal Sá de Miranda
Datas
22 a 27 de junho de 2026
Horário
Alojamento
Centro Pastoral Paulo VI
Av. Paulo VI, Cais Novo
4900-058 – Darque
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Organização
Teatro do Noroeste – Centro Dramático de Viana
Apoio
Câmara Municipal de Viana do Castelo
Direção-Geral das Artes
Ficha Técnica
Coordenação Ricardo Simões Participantes Divulgação da lista dos participantes a 26 de maio de 2026
